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Trapos ensangrentados y la muerte del puerquito

Hoy yo no voy a la escuela. Estoy enferma. Abuela y Tía me escucharon sorprendidas como quien de repente no reconoce a la persona que tiene delante de sus ojos. Ellas lo saben. Nunca fui de las que se buscaron excusas para faltar a clases. En realidad, la escuela siempre me gustó, incluso, a pesar del bullying. Pero esta vez era diferente, me estaba muriendo, mejor dicho me estaba desangrando. Recuerdo que faltaban escasos minutos para las ocho de la mañana y yo aún en la cama, me retorcía de dolor dando alaridos hasta que por fin Abuela se acercó y de un tirón separó las sábanas dejando al descubierto

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Cidinha Oliveira – Poesias do mundo

Cidinha Oliveira, filha de Neide Oliveira e filha também de Iansã, sergipana-sertaneja de Poço Verde, mãe solo de Eduarda, sapatona, feminista antirracista. No podcast, Cidinha fala de suas andanças, experiências, vivências pessoais e sobre sua escrita-poética. Ouvir/ler os poemas de Cidinha é um convite para nos reencontrarmos, em algum lugar, com nossas histórias e subjetividades. Suas poesias são fortemente marcadas pela regionalidade. Há um cenário que se transforma em palavras. E ela faz questão de reafirmar este lugar poético, mas sua poesia extrapola as fronteiras regionais. Minha poesia vai a onde meu pé caminha Não sou poeta de prédioMuito menos de escrivaninhaMeu sentimento percorreTudo que meu pé caminhaEsse mundo de

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A Poética de Dora Martins

Me encontra Eu sempre quero mais . Estou sempre a buscar Seu olhar vermelho frenético.. Sinto o prazer do toque de suas mãos penetrar minha alma. Nossos corpos se estremecem. Nos lençóis: ruídos … abraços… beijos… e o silêncio. Como se sente? O sol já nasceu. Verão No calor atenuante do verão a tarde me consome Bebo o drink de seus lábios. forte como fel e doce como mel. Inebriante. O tempo que passa me aproxima de você. O calor me consome A tarde é atenuante. Poesia do Tempo Já deixei minha poesia percorrer seu corpo. Já deixei minha mágoa. Guarde sua saudade, Leve-me daqu (pequenas lembranças….) Deixe-me ser criança

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Primer aniversario // Primeiro aniversário

Terra Literaria celebra hoy su primer aniversario y quisimos celebrarlo con este video donde conversamos sobre esta linda experiencia. Muchas gracias a ustedes lectoras y lectores, a nuestras colaboradoras y a todas las personas que nos apoyado en este proyecto.  Éste es solo el comienzo. ¡Felicidades Terra Literaria!  …  A Terra Literaria comemora hoje seu primeiro aniversário e quisemos celebrá-lo com este vídeo onde falamos sobre esta bela experiência. Muito obrigado aos nossos leitores, aos nossos colaboradores e a todas as pessoas que nos apoiaram neste projeto.  Isto é apenas o começo.  Parabéns Terra Literaria

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Nordeste

Candida Magalhães – Migrante e Travessias

  Duplamente migrante do tempo e do espaço, mudança da moradia rural para a cidade pequena, já se registra uma diferença crucial nos modos de vestir, nas escolas com carteiras individuais com cadeiras com encosto para as costas, em contraste com os bancos de madeira longos sem encostos e mesas para apoiar os braços durante a escrita, nas escolas rurais. As moradias próximas umas das outras, muitas ruas e vários comércios de utensílios, comidas, roupas, serviços médicos e dentários, aparelhos de TV branco e preto nas casas de pessoas mais ricas e telefones fixos que era um artigo muito caro e inacessível a um grande número de famílias. O deslocamento

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Lecturas de año nuevo / Leituras do ano novo

En este primer episodio de 2021 queremos saludar a todos los lectores de Terra Literaria compartiendo con ustedes poemas de diferentes escritoras como María Liliana Celorrio con su poemario Madame la gorda donde nos acerca a una mujer que habla de si misma, de sus amores, de la vida , desde un lirismo singular. Leeremos también algunos textos de la autora mexicana Agustina Ortiz y de la peruana Ofelia Huamanchumo De La Cuba como parte de la compilación Las Noches de Lupi (Latinale). Además autoras brasileñas como Joana D’arc da Silva, activista feminista y educadora nos trae esperanza con su poema “Havera Vida”; Francisca Sena con “Poesias sem nome” reflexiona

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