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A Poética de Dora Martins

Me encontra Eu sempre quero mais . Estou sempre a buscar Seu olhar vermelho frenético.. Sinto o prazer do toque de suas mãos penetrar minha alma. Nossos corpos se estremecem. Nos lençóis: ruídos … abraços… beijos… e o silêncio. Como se sente? O sol já nasceu. Verão No calor atenuante do verão a tarde me consome Bebo o drink de seus lábios. forte como fel e doce como mel. Inebriante. O tempo que passa me aproxima de você. O calor me consome A tarde é atenuante. Poesia do Tempo Já deixei minha poesia percorrer seu corpo. Já deixei minha mágoa. Guarde sua saudade, Leve-me daqu (pequenas lembranças….) Deixe-me ser criança

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Primer aniversario // Primeiro aniversário

Terra Literaria celebra hoy su primer aniversario y quisimos celebrarlo con este video donde conversamos sobre esta linda experiencia. Muchas gracias a ustedes lectoras y lectores, a nuestras colaboradoras y a todas las personas que nos apoyado en este proyecto.  Éste es solo el comienzo. ¡Felicidades Terra Literaria!  …  A Terra Literaria comemora hoje seu primeiro aniversário e quisemos celebrá-lo com este vídeo onde falamos sobre esta bela experiência. Muito obrigado aos nossos leitores, aos nossos colaboradores e a todas as pessoas que nos apoiaram neste projeto.  Isto é apenas o começo.  Parabéns Terra Literaria

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Nordeste

Candida Magalhães – Migrante e Travessias

  Duplamente migrante do tempo e do espaço, mudança da moradia rural para a cidade pequena, já se registra uma diferença crucial nos modos de vestir, nas escolas com carteiras individuais com cadeiras com encosto para as costas, em contraste com os bancos de madeira longos sem encostos e mesas para apoiar os braços durante a escrita, nas escolas rurais. As moradias próximas umas das outras, muitas ruas e vários comércios de utensílios, comidas, roupas, serviços médicos e dentários, aparelhos de TV branco e preto nas casas de pessoas mais ricas e telefones fixos que era um artigo muito caro e inacessível a um grande número de famílias. O deslocamento

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Lecturas de año nuevo / Leituras do ano novo

En este primer episodio de 2021 queremos saludar a todos los lectores de Terra Literaria compartiendo con ustedes poemas de diferentes escritoras como María Liliana Celorrio con su poemario Madame la gorda donde nos acerca a una mujer que habla de si misma, de sus amores, de la vida , desde un lirismo singular. Leeremos también algunos textos de la autora mexicana Agustina Ortiz y de la peruana Ofelia Huamanchumo De La Cuba como parte de la compilación Las Noches de Lupi (Latinale). Además autoras brasileñas como Joana D’arc da Silva, activista feminista y educadora nos trae esperanza con su poema “Havera Vida”; Francisca Sena con “Poesias sem nome” reflexiona

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arte Cyane Pacheco

O vestido que não cabia

Ela se vestia sempre com calças compridas ou macacão e usava uma jaqueta jeans. Odiava se vestir de menina, passar ruge nas bochechas e se sentar de pernas fechadas. De cabelos curtinhos e com aquele jeito diferente de se comportar de boa moça, Marciana era seu nome. Na escola era conhecida entre os colegas por Joãozinho, menina-macho. As adjetivações pejorativas não faltavam aos seus ouvidos. Só se sabia que Marciana era uma menina quando, nas aulas de educação física, seus seios despontavam na camiseta branca de algodão, uniforme da escola. Os seios eram a prova irrefutável que ela podia transitar no meio das meninas e usar os mesmos banheiros. Era

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Nosso Sarrau Poético!

O que é um sarau? Essa forma de reunir pessoas em torno da palavra escrita vestida de oralidade, tons e interpretação. E entregou às narrativas feministas mais uma ferramenta de autorreflexão e escuta afetiva. E o que seria, então, num ano pandêmico como 2020 organizar um Sarau virtual? Analba Brazão, feminista e educadora popular potiguar residente em Recife, ao isolar-se em São Paulo para uma (a terceira) delicada cirurgia para a reversão de glaucoma, decidiu usar o sarau como um de seus territórios de encontro com o afeto e a palavra. https://youtu.be/CgLY4N_dWts Assim, surgiu numa sala de conferências virtual o “Sarrau Suruba”. O nome jocoso não flertou tanto com o

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