Category: literatura

Una carta para no olvidar

Río de Janeiro, 20 de septiembre de 2020. Querida Malu, Olvidé lo que era escribirle a alguien, en seis meses sólo escribí lo que estaba destinado a los polvorientos cajones o cajas en el estante. Y la mayor parte de

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Uma carta pra não esquecer

Rio de Janeiro, 20 de setembro de 2020. Querida Malu, Esqueci como era escrever para alguém, em seis meses só escrevi o que tivesse como destino as gavetas ou caixas empoeiradas da estante. E textos de trabalho. E a maior

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gotas de felicidade

Gotas de felicidade

Era o meu primeiro inverno, em Liechtenstein. Os flocos de neve caiam sem cessar, tudo estava branco: as árvores, o chão, os telhados das casas… Enquanto eu esperava, na estação de trem, que me levara para o outro lado da

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Las 4 y 20

  A las 4 y 20 terminaban las clases, quizás un poco después. Si algún profesor del 5to turno se quería hacer el gracioso podía dejarnos hasta mucho más tarde, lo que significaba en horario normal: llegar de noche a

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terra literaria cândida magalhães

Mulheres na Travessia do Tempo

Guardo intacta em mim A casa que mandei Um dia Pelos ares E a reencontro em todos os detalhes Intactos e implacáveis   Adriana Calcanhoto De vez em quando nas caminhadas contemplando o mar e o céu, a imaginação é

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Civone Medeiros, uma poeta transgressora

Malu: Civone, muito bem-vinda! É uma alegria tê-la conosco no Podcast da Terra Literária. Civone: Olá, Terra Literária. M: Você poderia nos falar um pouco sobre quem é Civone Medeiros? C: Eu sou poeta. Trabalho com diversas expressões artísticas para

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Gusanos, virus y luciérnagas

No tengo miedo de gusanos. Apenas repugnancia. En mi imaginación los gusanos ya nacieron como ángeles caídos, condenados a la nada, inmersos en la podredumbre. Tal vez los gusanos no teman al virus. En las últimas semanas, antes de dormir,

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Tempo

O Tempo em Mim – diário de Analba Brazão

Esperamos tanto tempo, por algo que denunciassea fraqueza de nossos limites… Que o cometa chegassemudando as estações, os líderes e o dinheiro de lugarQue os discos voadores flanassem num céuchapisco o de estrelas, desterritorializando o mundo.Esperamos. Com a mesma certeza,

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Tè Lalibèté

Mi mwen ti mòso fanm a chivé grennéZyé granwouvè ka véyéA dé lèv byen épéÉ po an’an byen fonséEnben wè, sé sa menm.An sé nèg.An sé bèl nègrès.An sé fanm o péyi.Fanm a tè sèk an dézèFanm laliwondajFanm gétoFanm a

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Poesias de Daiany Dantas

Nasci poeta Nasci poetaDesnudaSem galochaOu guarda-chuvamas, me escondidesse destinonas gavetas e no mofo.busquei ter outro rostoaprendi a olhar de cimae esquivei da dorcomo quem driblaum encostoprendia o versodisfarçava a rimamas, a poesiafungavaem meu pescoçoseguravaa minha crinae me dizia:– mulher,esse olho

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