Category: convidada

Vera Lima – Poesia e Teimosia

Vera Lima, poeta e artista brasileira – paraibana em entrevista para o Podcast do Terra Literária fala sobre sua relação de amor com a Literatura: “Eu tenho prazer em ler. Eu gosto das palavras. Tenho curiosidade pelo jeito que os

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Cidinha Oliveira – Poesias do mundo

Cidinha Oliveira, filha de Neide Oliveira e filha também de Iansã, sergipana-sertaneja de Poço Verde, mãe solo de Eduarda, sapatona, feminista antirracista. No podcast, Cidinha fala de suas andanças, experiências, vivências pessoais e sobre sua escrita-poética. Ouvir/ler os poemas de

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A Poética de Dora Martins

Me encontra Eu sempre quero mais . Estou sempre a buscar Seu olhar vermelho frenético.. Sinto o prazer do toque de suas mãos penetrar minha alma. Nossos corpos se estremecem. Nos lençóis: ruídos … abraços… beijos… e o silêncio. Como

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Una carta para no olvidar

Río de Janeiro, 20 de septiembre de 2020. Querida Malu, Olvidé lo que era escribirle a alguien, en seis meses sólo escribí lo que estaba destinado a los polvorientos cajones o cajas en el estante. Y la mayor parte de

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Uma carta pra não esquecer

Rio de Janeiro, 20 de setembro de 2020. Querida Malu, Esqueci como era escrever para alguém, em seis meses só escrevi o que tivesse como destino as gavetas ou caixas empoeiradas da estante. E textos de trabalho. E a maior

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Gusanos, virus y luciérnagas

No tengo miedo de gusanos. Apenas repugnancia. En mi imaginación los gusanos ya nacieron como ángeles caídos, condenados a la nada, inmersos en la podredumbre. Tal vez los gusanos no teman al virus. En las últimas semanas, antes de dormir,

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Tempo

O Tempo em Mim – diário de Analba Brazão

Esperamos tanto tempo, por algo que denunciassea fraqueza de nossos limites… Que o cometa chegassemudando as estações, os líderes e o dinheiro de lugarQue os discos voadores flanassem num céuchapisco o de estrelas, desterritorializando o mundo.Esperamos. Com a mesma certeza,

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Poesias de Daiany Dantas

Nasci poeta Nasci poetaDesnudaSem galochaOu guarda-chuvamas, me escondidesse destinonas gavetas e no mofo.busquei ter outro rostoaprendi a olhar de cimae esquivei da dorcomo quem driblaum encostoprendia o versodisfarçava a rimamas, a poesiafungavaem meu pescoçoseguravaa minha crinae me dizia:– mulher,esse olho

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