archivo

hhhj

Catherine Zuaznabar, de La Habana a Lausanne, a Renens

Renens es la próxima estación luego de Lausanne. Podría decirse a primera vista que es un pueblo pequeño, una barriada, pero en realidad es uno de los distritos más poblados del cantón Vaud. Ese día, por las predicciones de tormenta local pronosticadas, la estación del tren estaba semidesierta. Aún así, podría decirse, había bastante movimiento. Catherine me había comunicado en su último mensaje de WhatsApp que me esperaría allí mismo,

leer más // leia mais »
7244675740 016eed4d9a k

Candida Magalhães – o sertão que habita em mim

No mês de julho, tivemos o prazer de entrevistar  a escritora cearense e feminista, Candida Magalhães.  Neste episódio do Podcast, Candida nos conta um pouco sobre suas andanças, experiências e de sua relação com a tessitura da escrita. Entre uma conversa e outra, ela nos presenteia com a leitura de algumas poesias. Gratidão Candida, por esta conversa prazerosa! Candida, nasceu em 7 de abril de 1946, no sítio Tipi, município

leer más // leia mais »
IMG 20210624 WA0048

Vera Lima – Poesia e Teimosia

Vera Lima, poeta e artista brasileira – paraibana em entrevista para o Podcast do Terra Literária fala sobre sua relação de amor com a Literatura: “Eu tenho prazer em ler. Eu gosto das palavras. Tenho curiosidade pelo jeito que os escritores e escritoras falam na sua escrita”. Vera é uma apreciadora da Literatura de Cordel.  Sua herança poética vem da avó Cecília – que era uma cordelista – e influência

leer más // leia mais »
bbbbbbb

Mariama

Mariama se sienta detrás de la pequeña mesa que le sirve de oficina en su negocio. La mesa está llena de memorias: souvenirs, papeles cortados a mano con informaciones importantes subrayadas en rojo y algunas fotos. Sobre ella descansa también un teléfono inalámbrico desgastado por el uso. En el verano, la puerta del local se mantiene abierta y deja correr un poco de aire que baja desde la Plaza de

leer más // leia mais »
erol ahmed fhWNnHmW40Y unsplash

Trapos ensangrentados y la muerte del puerquito

Hoy yo no voy a la escuela. Estoy enferma. Abuela y Tía me escucharon sorprendidas como quien de repente no reconoce a la persona que tiene delante de sus ojos. Ellas lo saben. Nunca fui de las que se buscaron excusas para faltar a clases. En realidad, la escuela siempre me gustó, incluso, a pesar del bullying. Pero esta vez era diferente, me estaba muriendo, mejor dicho me estaba desangrando.

leer más // leia mais »
IMG 20210422 WA0022

Cidinha Oliveira – Poesias do mundo

Cidinha Oliveira, filha de Neide Oliveira e filha também de Iansã, sergipana-sertaneja de Poço Verde, mãe solo de Eduarda, sapatona, feminista antirracista. No podcast, Cidinha fala de suas andanças, experiências, vivências pessoais e sobre sua escrita-poética. Ouvir/ler os poemas de Cidinha é um convite para nos reencontrarmos, em algum lugar, com nossas histórias e subjetividades. Suas poesias são fortemente marcadas pela regionalidade. Há um cenário que se transforma em palavras.

leer más // leia mais »
IMG 20210327 WA0009

A Poética de Dora Martins

Me encontra Eu sempre quero mais . Estou sempre a buscar Seu olhar vermelho frenético.. Sinto o prazer do toque de suas mãos penetrar minha alma. Nossos corpos se estremecem. Nos lençóis: ruídos … abraços… beijos… e o silêncio. Como se sente? O sol já nasceu. Verão No calor atenuante do verão a tarde me consome Bebo o drink de seus lábios. forte como fel e doce como mel. Inebriante.

leer más // leia mais »

Primer aniversario // Primeiro aniversário

Terra Literaria celebra hoy su primer aniversario y quisimos celebrarlo con este video donde conversamos sobre esta linda experiencia. Muchas gracias a ustedes lectoras y lectores, a nuestras colaboradoras y a todas las personas que nos apoyado en este proyecto.  Éste es solo el comienzo. ¡Felicidades Terra Literaria!  …  A Terra Literaria comemora hoje seu primeiro aniversário e quisemos celebrá-lo com este vídeo onde falamos sobre esta bela experiência. Muito

leer más // leia mais »
Nordeste

Candida Magalhães – Migrante e Travessias

  Duplamente migrante do tempo e do espaço, mudança da moradia rural para a cidade pequena, já se registra uma diferença crucial nos modos de vestir, nas escolas com carteiras individuais com cadeiras com encosto para as costas, em contraste com os bancos de madeira longos sem encostos e mesas para apoiar os braços durante a escrita, nas escolas rurais. As moradias próximas umas das outras, muitas ruas e vários

leer más // leia mais »

Lecturas de año nuevo / Leituras do ano novo

En este primer episodio de 2021 queremos saludar a todos los lectores de Terra Literaria compartiendo con ustedes poemas de diferentes escritoras como María Liliana Celorrio con su poemario Madame la gorda donde nos acerca a una mujer que habla de si misma, de sus amores, de la vida , desde un lirismo singular. Leeremos también algunos textos de la autora mexicana Agustina Ortiz y de la peruana Ofelia Huamanchumo

leer más // leia mais »
arte Cyane Pacheco

O vestido que não cabia

Ela se vestia sempre com calças compridas ou macacão e usava uma jaqueta jeans. Odiava se vestir de menina, passar ruge nas bochechas e se sentar de pernas fechadas. De cabelos curtinhos e com aquele jeito diferente de se comportar de boa moça, Marciana era seu nome. Na escola era conhecida entre os colegas por Joãozinho, menina-macho. As adjetivações pejorativas não faltavam aos seus ouvidos. Só se sabia que Marciana

leer más // leia mais »
IMG 20201231 WA0046

Nosso Sarrau Poético!

O que é um sarau? Essa forma de reunir pessoas em torno da palavra escrita vestida de oralidade, tons e interpretação. E entregou às narrativas feministas mais uma ferramenta de autorreflexão e escuta afetiva. E o que seria, então, num ano pandêmico como 2020 organizar um Sarau virtual? Analba Brazão, feminista e educadora popular potiguar residente em Recife, ao isolar-se em São Paulo para uma (a terceira) delicada cirurgia para

leer más // leia mais »

Mujer que vuela – Entrevista a la escritora y poeta cubana María Liliana Celorrio

Terra Literaria tuvo el inmenso placer de conversar con la reconocida escritora y poeta cubana María Liliana Celorrio. Su obra desenfadada e íntima ha despertado desde hace algunos años el interés de la crítica y el público. Juegos Malabares (Ediciones Caserón Santiago de Cuba.1990), La Barredora de Amaneceres (Editorial Sanlope, Las Tunas.1993), Yo, la peor de todas, décimas (Editorial Sanlope, Las Tunas. 2003) y Madame la Gorda (Editorial Sanlope, 2014)

leer más // leia mais »
jan tinneberg tVIv23vcuz4 unsplash 1 scaled

Por onde anda Isolda?

Ela andava como se tivesse desfilando pela avenida do sambódromo da Marquês de Sapucaí. Tinha um gingado próprio de dar inveja a todas as outras moças da periferia, onde cresceu junto com sua família de samba no pé. A mãe desfilava na ala das baianas, o pai era um mestre-sala de primeira. Isolda passou o ano inteiro preparando sua fantasia para desfilar na sua escola preferida. Tudo que queria era,

leer más // leia mais »
Dianela

Segundas oportunidades

No creo en segundas oportunidades, había dicho. Y sabía que con sólo pensarlo estaría obligándose a no confiar jamás en nadie, o lo que era peor a dejar de creer en el otro. Pasarían los años. Pasarían varias personas más por su vida, cada una de ellas más imperfecta, más inquietante, más interesante; y ella seguiría aferrándose a esa costumbre de darse por vencida a la primera decepción. Un día

leer más // leia mais »