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Catherine Zuaznabar, de La Habana a Lausanne, a Renens

Renens es la próxima estación luego de Lausanne. Podría decirse a primera vista que es un pueblo pequeño, una barriada, pero en realidad es uno de los distritos más poblados del cantón Vaud. Ese día, por las predicciones de tormenta local pronosticadas, la estación del tren estaba semidesierta. Aún así, podría decirse, había bastante movimiento. Catherine me había comunicado en su último mensaje de WhatsApp que me esperaría allí mismo, por lo que no me preocupé demasiado en tratar de entender la organización del lugar y orientarme. El tren arribó puntual y Catherine también. Nos reconocimos de inmediato y luego de intercambiar abrazos y saludos nos dispusimos a encontrar un

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Candida Magalhães – o sertão que habita em mim

No mês de julho, tivemos o prazer de entrevistar  a escritora cearense e feminista, Candida Magalhães.  Neste episódio do Podcast, Candida nos conta um pouco sobre suas andanças, experiências e de sua relação com a tessitura da escrita. Entre uma conversa e outra, ela nos presenteia com a leitura de algumas poesias. Gratidão Candida, por esta conversa prazerosa! Candida, nasceu em 7 de abril de 1946, no sítio Tipi, município de Aurora, Ceará, e é filha dos sertanejos Valdelice Moreira – Babau, como chamava carinhosamente sua mãe – e de Vicente Américo Magalhães, que, às vezes, queria fugir da casa de Candida para voltar ao sítio Sossego, em Crateús, onde

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Vera Lima – Poesia e Teimosia

Vera Lima, poeta e artista brasileira – paraibana em entrevista para o Podcast do Terra Literária fala sobre sua relação de amor com a Literatura: “Eu tenho prazer em ler. Eu gosto das palavras. Tenho curiosidade pelo jeito que os escritores e escritoras falam na sua escrita”. Vera é uma apreciadora da Literatura de Cordel.  Sua herança poética vem da avó Cecília – que era uma cordelista – e influência cultural vem do pai  Antônio Lourenço que amava ouvir os repentistas e seus improvisos. O despertar pela poesia e também pela música surge na adolescência e na vivência com o teatro popular, em Santa Rita,  – que tinha uma vertente

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Mariama

Mariama se sienta detrás de la pequeña mesa que le sirve de oficina en su negocio. La mesa está llena de memorias: souvenirs, papeles cortados a mano con informaciones importantes subrayadas en rojo y algunas fotos. Sobre ella descansa también un teléfono inalámbrico desgastado por el uso. En el verano, la puerta del local se mantiene abierta y deja correr un poco de aire que baja desde la Plaza de la Catedral de San Lorenzo de Lugano e inunda el interior del negocio suavizando las energías poderosas de todos los objetos que atesora. El puntal es alto, como el de casi todas las viviendas de la zona antigua de la

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Trapos ensangrentados y la muerte del puerquito

Hoy yo no voy a la escuela. Estoy enferma. Abuela y Tía me escucharon sorprendidas como quien de repente no reconoce a la persona que tiene delante de sus ojos. Ellas lo saben. Nunca fui de las que se buscaron excusas para faltar a clases. En realidad, la escuela siempre me gustó, incluso, a pesar del bullying. Pero esta vez era diferente, me estaba muriendo, mejor dicho me estaba desangrando. Recuerdo que faltaban escasos minutos para las ocho de la mañana y yo aún en la cama, me retorcía de dolor dando alaridos hasta que por fin Abuela se acercó y de un tirón separó las sábanas dejando al descubierto

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Cidinha Oliveira – Poesias do mundo

Cidinha Oliveira, filha de Neide Oliveira e filha também de Iansã, sergipana-sertaneja de Poço Verde, mãe solo de Eduarda, sapatona, feminista antirracista. No podcast, Cidinha fala de suas andanças, experiências, vivências pessoais e sobre sua escrita-poética. Ouvir/ler os poemas de Cidinha é um convite para nos reencontrarmos, em algum lugar, com nossas histórias e subjetividades. Suas poesias são fortemente marcadas pela regionalidade. Há um cenário que se transforma em palavras. E ela faz questão de reafirmar este lugar poético, mas sua poesia extrapola as fronteiras regionais. Minha poesia vai a onde meu pé caminha Não sou poeta de prédioMuito menos de escrivaninhaMeu sentimento percorreTudo que meu pé caminhaEsse mundo de

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